6 PASSOS PARA ALCANÇAR SEU CLIENTE VIA MOBILE

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Boa parte dos acessos às lojas virtuais é via mobile. Veja as dicas dos especialistas da Serasa Experian Marketing Services para uma estratégia assertiva

O uso de dispositivos mobile cresce em ritmo acelerado no mundo inteiro. Mais do que facilitar a comunicação e nos manter conectados 24 horas por dia, os dispositivos móveis revolucionaram a forma de fazer negócios.

Estudos recentes nos Estados Unidos (UPS Pulse of the Online Shopper) mostram que as compras online já superaram as compras em lojas físicas e, além disso, 77% dos usuários de aparelhos móveis têm usado seus dispositivos durante o processo de compras. No Brasil, de acordo com o relatório Webshoppers, do E-bit, 35% dos acessos a lojas virtuais em 2015 foi via mobile. Ou seja, mais de um terço do tempo em que visitam um e-commerce, esses consumidores o fazem por um dispositivo móvel. Em dezembro de 2015, 14% do volume de compras em lojas virtuais foi feito por um smartphone ou tablet.

Para o gerente da Serasa Experian Marketing Services, Fernando Rosolem, entender as necessidades dos clientes é o maior desafio do marketing. "O marketing em canais como tablets e smartphones oferece oportunidades únicas, já que normalmente este é um momento de total atenção do usuário, onde ele está em busca de entretenimento, informação ou serviço".

Especialistas da Serasa Experian Marketing Services elegeram seis dicas para uma estratégia de mobile marketing assertiva:

1. Design responsivo
Hoje em dia é esperado pelos consumidores que a experiência no computador/notebook, tablet e celular sejam igualmente agradáveis e fluídas. Independentemente do dispositivo que seu cliente esteja utilizando, o site deve se adequar ao tamanho da tela, e não o contrário.

2. Identificação
Apesar de navegar em diferentes dispositivos, a transição entre esses canais deve ser orgânica para o consumidor. Ou seja: quanto mais integradas forem as plataformas, maiores as chances de reter e fidelizar aquele cliente. Se o seu consumidor comprou uma televisão na loja física, quando ele fizer login no seu site já espera que o seu sistema tenha aquela informação. E lhe ofereça, por exemplo, acessórios para integrar o ambiente em que instalou sua televisão, e não um novo aparelho igual ao que ele acaba de adquirir;

3. Personalização
Com as tecnologias disponíveis é possível criar um conteúdo específico para cada um dos consumidores. Quanto mais informações você tiver sobre aquele cliente, mais assertiva será sua comunicação. Hoje em dia, existem ferramentas que auxiliam na segmentação da audiência, que garantem oferecer o produto certo, na hora – e no device – certos para cada consumidor;

4. Redes Sociais
O acesso às redes sociais via mobile é cada vez maior. Algumas redes, como Instagram e Snapchat são de uso exclusivo em smartphones. Por isso, a presença digital nestes canais é essencial para falar e atrair o consumidor para o seu site e também para que ele compartilhe com seus amigos/seguidores sobre a experiência com sua marca;

5. SEO
Assim como nos desktops, o Google é a principal ferramenta de busca por informações. Por isso é necessário trabalhar o SEO do seu site também para as buscas por mobile. Palavras-chave para a mesma busca podem variar de acordo com o dispositivo utilizado, por isso a estratégia de SEO deve ser dedicada para este tipo de navegação;

6. Publicidade
Além da segmentação por comportamento é possível também direcionar a publicidade de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. Sendo assim, desenvolver uma estratégia própria para cada tipo de device aumenta as chances de atrair o cliente e concluir uma venda.

É importante ter em mente também que a experiência física e a virtual são complementares e igualmente fundamentais para a decisão de compra. Isso porque enquanto estão dentro da loja, assistindo a um comercial na TV ou caminhando por um shopping center, os consumidores utilizam seus dispositivos para consultar e comparar preços, verificar especificações técnicas e checar a reputação da loja e dos produtos.

Fonte: http://portalnovarejo.com.br/ 

3 DICAS PARA TER UM NEGÓCIO DE IMPACTO DE SUCESSO

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empreendedor de impacto da ideia ao sucesso

A boa relação com os investidores é essencial para o crescimento do negócio.

Qual o caminho para ter um negócio de impacto com potencial de sucesso e crescimento?
Esta pergunta foi respondida na tarde desta quarta-feira, em São Paulo, no Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto - Investir Para Transformar.

Na palestra "Empreendedor de Impacto: da ideia ao sucesso", Maure Pessanha, diretora executiva da Artemisia, e Rodrigo Menezes, sócio-fundador da Derraik & Menezes, falaram com um time de especialistas sobre o tema e deram dicas para o empreendedor ter uma boa relação com seu investidor.

1. Construa uma Relação de confiança com o investidor
Se o empreendedor e o investidor não compactuam da mesma visão de negócio, é possível que a empresa não funcione. "É essencial entrar em sintonia com a visão do seu investidor. No momento da captação do fundo de investimento, é preciso garantir que ambos tenham a mesma cabeça, de modo que haja uma relação de confiança do começo ao fim", diz o empreendedor Hassin Molaib, da ProRadis.

2. Cumprir o combinado
Na negociação inicial, quando um empreendedor está buscando convencer os investidores, tudo o que for prometido deve ser cumprido. "Quando tive um prejuízo financeiro, precisei provar em dobro ao meu investidor que ele podia confiar no meu negócio e que daria certo. Sabia que dependia de mim prová-lo. Me dediquei ao máximo para passarmos pelo susto inicial. Hoje, o negócio valia mais do que pensavam na época", conta o empreendedor André Albuquerque, da Terra Nova.

3. Vontade genuína por mudança
Um empreendedor de impacto deve acreditar fielmente na mudança social que a sua empresa trará às pessoas. "A paixão deve nortear o empreendedor de impacto. Se ele entrar no negócio pelo dinheiro, ele estará sendo apenas um investidor. Os empreendedores que dão certo são os que apresentam resiliência e paixão durante toda a caminhada", diz Daniel Izzo, sócio e diretor executivo da Vox Capital.

Para Paulo Belotti, fundador e diretor executivo da Mov Investimentos, a vontade genuína pela mudança social também deve nortear o empreendedor. "Às vezes, nós, como investidores, aceitamos retornos financeiros menores quando percebemos o a vontade do empreendedor de alcançar grande impacto no ambiente. Ele deve ter boa capacidade de relacionamento e buscar resolver genuinamente um problema social importante".

 

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

9 TENDÊNCIAS IRREVERSÍVEIS PARA O VAREJO DO FUTURO

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As empresas não estão tão preparadas para os próximos anos quanto dizem, aponta um estudo conduzido mundialmente pela consultoria Dexi Marketing.

Apesar de temas inovadores estarem na pauta dos varejistas o tempo todo, um novo estudo aponta que muito do que se diz está ficando apenas na teoria e não chega a prática. Segundo o "Trendme", uma análise de tendências de mercado realizada pela consultoria Dexi Marketing, apenas quatro entre dez grandes empresas do varejo estão voltadas ao futuro e à inovação.

Cerca de 190 empresas foram analisadas para a realização da pesquisa, que levou 18 meses para ser construída levando em consideração os mercados do Brasil, Estados Unidos, Europa e sudeste da Ásia.

O estudo aponta que 62% das grandes empresas perderão as lideranças do seu segmento de mercado até 2030. O principal motivo, indicado pela pesquisa, será a falta de acompanhamento das tendências e mudanças do mercado. "Estamos acostumados a olhar a história, valorizar o passado e a experiência. Estas grandes empresas se esforçaram para conseguir a liderança, entretanto, deixam de olhar para o futuro. Por isso, é fundamental entender as tendências e as movimentações do mercado", explica Sérgio Barbi, Diretor Executivo da Dexi.

O estudo identificou tendências que vão desde a mudança na forma como as pessoas vivem, trabalham, compram até previsões específicas para segmentos como alimentação, moda, tecnologia, design e outros. Confira:

1- Um novo perfil: saudável

A ideia de "geração saúde" será de grande importância daqui para frente, aponta o executivo. "Identificamos que o mercado de alimentação saudável continuará crescendo e chegará a 21% do total em 2020. Mas a principal tendência do setor não é alimentação saudável, ela não está relacionada com a composição dos alimentos, mas com a forma como as pessoas se relacionam com eles. O centro das atenções está mudando e terá novos critérios de avaliação pelo mercado. A inovação nesse segmento será muito mais complexa".

2- Um novo tipo de moda

"O Techno Fashion chega com potencial de provocar mudanças significativas no mercado em pouquíssimo tempo, e não estamos falando de tecidos", destaca Barbi. "As principais mudanças estarão relacionadas com a forma como as pessoas usam a moda, vários referenciais novos serão incorporados, e com as mudanças nos processos produtivos de roupas e acessórios". O comportamento do público será um fator definitivo.

3- Uma vida mais natural

Com tanto destaque para a sustentabilidade, não tem como as empresas fingirem que não estão vendo. "A influência da 'natureza' na decisão de compra dos consumidores será mais próxima do controle e uso dos recursos naturais. As pessoas estão mudando o foco de atenção", explica o executivo.

4- Vida social

"Imagine que o poder de influência que o Vaticano levou um milênio para alcançar, as redes sociais conquistaram em pouco mais de uma década", define Barbi. Todas as plataformas sociais conquistaram o público rapidamente e fazem grande diferença no relacionamento dos clientes com as marcas – não podem ser ignoradas. "A era digital está transformando tudo ao nosso redor, principalmente a forma como nos relacionamos. Campanhas de marketing mais efetivas utilizarão mídias diferentes das tradicionais com novas métricas de avaliação de resultado", complementa.

5- Um por um

O executivo destaca que a personalização será um fator chave. "Os clientes são únicos e a customização é uma das grandes fronteiras para o varejo. Os consumidores querem adaptar os produtos às suas necessidades e a tecnologia é um grande viabilizador".

6- Intimidade

"Mais do que vender produtos e serviços, grandes marcas irão criar e gerenciar relacionamentos com os consumidores", aponta o especialista. Em sua visão, será mais vantajoso para as empresas extrair valor das relações com os clientes do que simplesmente vender algo a alguém. "As relações comerciais se tornarão mais complexas e vantajosas", diz.

7- Cross business

"Boa parte da tecnologia que usamos diariamente é relativamente nova, ainda estamos assimilando o potencial de negócios com tantas novidades. Prepara-se para fazer negócios online fora das lojas online", garante.

8- Todos online

Barbi define que não dá para correr do mundo digital, afinal, todos estão lá. "Em 2020 teremos mais de 4 bilhões de consumidores online. A internet terá sua atuação ampliada, muito mais produtos e ofertas estarão disponíveis. É melhor se preparar para gerar valor online e não apenas o volume", aponta.

9- Big Data

Entender o consumidor não é mais um grande desafio devido a todas as ferramentas disponíveis hoje. No entanto, demanda estratégia. "A vida na era digital constrói uma enorme e muito valiosa corrente de dados dos clientes. As pessoas deixam rastros digitais por onde passam. Um varejista com visão no futuro precisará de poucas pistas para antecipar o comportamento do consumidor e criar novas oportunidades de venda", pontua.

Fontehttp://portalnovarejo.com.br/

O PRIMEIRO SOS ITABUNA – POR UMA CIDADE MELHOR

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Aconteceu nesta noite de terça-feira no Auditório Milton Veloso (sede da CDL) o primeiro SOS Itabuna – Por uma cidade melhor, uma reunião de conscientização e tomada de posição diante da situação de emergência porque passa Itabuna, nas áreas de urbanização (iluminação, pavimentação, limpeza), saúde, educação, transporte público, trânsito, segurança, dentre inúmeros outros males. Estiveram presentes as Secretarias Municipais de Desenvolvimento Urbano, Transporte e Trânsito, Indústria, Comércio e Turismo, Ordem dos Advogados do Brasil, 15º Batalhão da Polícia Militar, Entidades do Comércio (ACI, CDL, SINDICOM, AMPESBA), Dom Parking (Zona Azul) e imprensa local.

Todos tiveram a oportunidade de se pronunciar sobre o assunto proposto e ainda poder colocar algumas soluções práticas para algumas situações como no trânsito, segurança e Comércio.

Em sua primeira etapa o SOS Itabuna, conseguiu alcançar o objetivo que era iniciar a conversa entre todos envolvidos diretamente no desenvolvimento de nossa cidade e já propõem uma série de reuniões onde o grande interesse é formar uma estratégia de desenvolvimento de nossa cidade.