5 DESAFIOS DO NOVO MARKETING

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Segundo pesquisa da Salesforce e Harvard Business Review, a maior dificuldade dos varejistas é converter big data em vendas.

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Na era digital, marketing significa muito mais do que enviar e-mails. Existem empresas, com áreas de marca avançadas e que usam tecnologia e dados, análise e automação para obter uma visão profunda sobre as necessidades dos clientes e prospects, e para agir rapidamente baseando-se nessas informações. Isso mostra que investir em tecnologia não é suficiente. Para transformar um monte de dados em boas estratégias e decisões é preciso investir na formação de profissionais de marketing e executivos de negócios, capacitando-os para este novo cenário.

Essas informações fazem parte da conclusão da pesquisa realizada pela Salesforce, especializada em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes, e a Harvard Business Review Analytics Service.

Quando perguntados "Como você descreveria sua empresa quanto ao uso de tecnologia da informação, analytics e automação para os esforços de marketing e vendas?", 36% dos entrevistados descreveu a empresa como limitada, pois usam algumas ferramentas e práticas de forma não conectada. Outros 35% definiram a companhia como em desenvolvimento, por usar ferramentas e práticas avançadas, mas apenas em algumas áreas.

Outros 13% descreveram a companhia como manual, por utilizar apenas ferramentas e práticas básicas e de forma limitada. Já outros 15% definiram a empresa como avançada. Essas empresas têm amplo uso de ferramentas, análises e práticas avançadas para melhorar o aproveitamento dos dados em seus esforços de marketing e vendas.

A partir dessa análise, o relatório mostrou quais são os maiores desafios do novo marketing.

1. Transformar big data em experiências envolventes para os consumidores e convertê-la em vendas

O levantamento mostra que apesar de 56% dos executivos acreditarem que a tecnologia é extremamente importante em todas as fases do processo de compra, somente 23% deles dizem que usam a tecnologia extensivamente para gerenciar relacionamentos com clientes, e apenas 38% dizem que suas ferramentas de marketing são integradas em seu CRM.

2. A integração entre as equipes de marketing e vendas

Esse é o segundo fator crítico mais citado no estudo no que diz respeito ao "novo marketing". Sem ferramentas tecnológicas e integração das equipes, informações valiosas dos clientes e prospects são desperdiçadas. Aliás, 63% dos "manuais" citam a falta de tecnologias específicas como a barreira número um para a efetividade de suas ações de marketing.

3. Ter equipes qualificadas

Quando questionados sobre a qualificação das equipes, 72% dos "avançados" informaram que as métricas de marketing foram facilmente compreendidas por todos os usuários, enquanto apenas 39% dos "limitados" e 30% dos "manuais" fizeram a mesma afirmação.

4. Automação quando se trata de leads qualificados

A grande maioria dos entrevistados tem pouca ou nenhuma automação quando se trata de leads qualificados (80%) ou geração de leads para vendas (75%). Como resultado, quase metade deles (47%) simplesmente repassa qualquer lead, gerando perda de tempo das equipes de vendas em leads não qualificados.

5. Direcionar as ações de marketing para relacionamentos de longo prazo

Apesar de três quartos dos entrevistados afirmarem que suas empresas adotam uma abordagem estratégica para o marketing, quase metade diz que seus objetivos de marketing são mais sobre vendas imediatas do que relacionamentos de longo prazo. A exceção fica por conta dos "avançados" − somente 25% deles priorizam as vendas imediatas.

Entre os pesquisados, 93% dos "desenvolvidos" pretendem aumentar o uso de tecnologias de marketing nos próximos dois anos. Até mesmo os "manuais" planejam aumentar o uso de ferramentas, já que os mercados estão se tornando cada vez mais digitais.

O marketing digital, em particular, criou um novo modelo de trabalho. Ao invés de gastar grandes quantias de dinheiro, tempo e energia em uma única campanha publicitária que vai alcançar um grande público, o marketing digital cria campanhas personalizadas e super direcionadas. Isso exige visão em tempo real e automação para criar a oferta certa e conseguir fechar a venda.

Fonte: http://portalnovarejo.com.br/ 

POR QUE A TECNOLOGIA PODE APRIMORAR O VAREJO

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Com um consumidor em constante mudança, as empresas precisam acompanhar cada ciclo. Especialista aponta as tendências mais fortes para o setor.

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O crescimento acentuado do e-commerce ampliou a concorrência e é natural que os lojistas busquem novas soluções para se destacar e aumentar a taxa de conversão. Segundo pesquisa da Forrester, a soma das vendas dos três maiores mercados da América Latina (Brasil, Argentina e México) deve alcançar US$ 30,9 bilhões em 2020.

As novas tecnologias possibilitam que o varejista conheça melhor o seu consumidor para que este possa ser tratado de forma personalizada, com ofertas de seu interesse e outros serviços que tragam mais comodidade durante o processo de compras. Ferramentas que utilizam soluções de Big Data permitem também conhecer melhor o mercado e as tendências de compra por setor e tipo de produto. Por outro lado, o consumidor tem a seu favor, uma série de ferramentas que favorecem a pesquisa instantânea de preços, capacitações e condições entre lojas concorrentes.

Outra tendência fundamental é o omni channel, que têm como premissa a multicanalidade do consumidor moderno, que busca uma melhor experiência de compra, possibilitando a aquisição do produto pelo ambiente online e o recebimento na loja física, por exemplo. A integração dos canais é uma demanda importante do consumo moderno que precisa ser atendida por lojistas de todos os segmentos, sob o risco de perda na conversão e fidelidade do cliente para um concorrente com abordagem digital.

Este cenário vai ao encontro do abrupto crescimento da busca de produtos e efetivação de compras via mobile, bem como a virtualização de pagamentos, na qual os dados do cartão já ficam armazenados em uma base segura, permitindo a compra com apenas um clique, como ocorre com o Cartão Protegido Braspag. Já os recursos da Internet of Things (IoT), vêm chegando para revolucionar todo este processo, possibilitando que produtos também se tornem canais de compras. Segundo dados do IDC, a IoT deve movimentar US$ 4,1 bilhões no Brasil em 2016 e os dispositivos domésticos conectados movimentarão US$ 37 milhões.

As ferramentas que proporcionam virtualização de pagamentos, integração mobile e recursos IOT exigem plataformas que garantam agilidade e total segurança dos dados do consumidor. Por isso, é essencial contar com empresas que possuam certificações internacionais de segurança e apostem em data centers robustos e soluções responsivas. Segurança e privacidade são temas permanentes que desafiam a inovação, pois, infelizmente, o desenvolvimento de novos métodos de fraude caminha em paralelo com a evolução do comércio e da tecnologia.

A inovação no consumo, que o torna cada vez mais digital, multicanal e automatizado através de "coisas" que compram segundo alguma regra prévia do usuário (IoT) traz ainda um desafio maior: o armazenamento e tratamento de uma infinidade de informações geradas a cada compra. Afinal, dados do cliente, meios de pagamento, geolocalização do comprador, regra de consumo adotada, além dos tradicionais SKUs do item comprado, entre outra infinidade de dados são capturados a cada nova transação. O uso aplicado destas informações pode gerar modelos interpretativos e preditivos que transformará as estratégias de marketing e a aquisição de novos clientes. Esta já é uma nova revolução, com grande impacto não somente em lojistas, mas que afeta a publicidade, canais de mídia e agências de comunicação, gerando também uma migração para o universo digital.

Fonte: www.portalnovarejo.com.br

QUAL O SEGREDO DE QUEM CRESCE NA CRISE?

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mpresário José Rizzo, da empresa Pollux, não tem medo de tempo ruim. Mesmo em um momento de recessão, ele resolveu que não ia deixar de brigar por seu espaço no mercado de automação de linhas de montagem.

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Em 2015, enquanto a produção de carros despencava 23%, sua empresa dobrou de tamanho. O segredo? Olhar para dentro de casa. Rizzo estudou o mercado, avaliou a concorrência e conseguiu se estabelecer em um nicho lucrativo, o de veículos de luxo.

Assim como ele, os chamados empreendedores de alto impacto – que tem crescimento médio de 99% em três anos – estão conseguindo fugir da crise com soluções que dependem só da empresa e não da economia.

É o que mostra uma pesquisa feita pela Endeavor, com apoio da Neoway, empresa de soluções de Big Data, e patrocínio do banco J.P. Morgan, por meio do programa J.P. Morgan Chase Foundation.

O estudo Desafios dos Empreendedores Brasileiros 2016 entrevistou mil empresas de todas as regiões do país, divididas em três categorias: geral (crescimento de até 40% na equipe nos últimos três anos), alta performance (expansão superior a 40% no mesmo período) e alto impacto (os 31 empreendedores apoiados pela Endeavor com crescimento médio de 99% em três anos).

Para os empreendedores em geral, a crise afeta mais os seus negócios do que sua própria competência para resolver os problemas. No entanto, para os negócios de alto impacto, a solução está dentro de casa e eles culpam menos o ambiente externo.

Quando questionados sobre o que mais afeta o resultado, numa proporção de 0% a 100%, a crise aparece com 43% e a competência interna, com 57%. É o contrário do que dizem os empreendedores em geral. Para eles, a crise é a responsável por 60% dos resultados.

Um aspecto importante das empresas que mais crescem e que pode ser usado no seu negócio é não se deixar abater por questões complexas como a burocracia, as regulações jurídicas e o custo da mão de obra com carteira assinada.

O estudo apontou ainda que networking e capacitação são essenciais. Entre os negócios de alta performance e de alto impacto, 58% e 100% recebem mentoria, respectivamente. Na média geral, mais de 80% dos empreendedores responderam que participam de palestras, congressos e competições de modelos de negócios.

* Texto publicado no caderno Vida Ganha, do jornal Extra, em 19 de julho de 2016.

Fonte: www.revistapegn.globo.com

3 SEGREDOS DOS EMPREENDEDORES BEM-SUCEDIDOS

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Foco leva ao sucesso. Num mundo onde a capacidade de focar é mínima, aqueles que conseguem saem na frente. Apesar desta ser uma verdade quase absoluta, muitos empreendedores se esquecem do básico. Você só consegue fazer uma coisa (benfeita) por vez. Como não sou capaz de definir "sucesso" (dinheiro? saúde? curtidas no Facebook?), prefiro me concentrar em três ideias práticas que podem ajudar os empreendedores a avançar na sua batalha diária.

Meditação Mindfulness está na moda. Isso é bom e ruim. Bom, porque é muito legal que cada vez mais as pessoas se conscientizem de que é no momento presente que as coisas acontecem. Ruim, porque a maioria fica na superficialidade do conceito e, portanto, não consegue de fato usar essa ferramenta tão poderosa para mudar suas vidas. Por isso, decidi focar aqui no elemento central do conceito de mindfulness, a boa e velha meditação. Diversos estudos provam os benefícios que a meditação traz, sendo o principal deles a capacidade de "zerar" a mente para enfrentar novos desafios, e tomar mais e melhores decisões. Sem nenhum tipo de ligação com dogmas, crenças e religiões, recomendo a leitura deste livro para a iniciação desta prática que, sem dúvida, vai te beneficiar.

Minimalismo Nosso cérebro não está preparado para realizar mais de uma tarefa a cada momento. É um fato. Quando forçamos o modo multitarefa, ele pifa. Como normalmente empreendedores estão neste modo, dá para entender porque vivemos com tanto estresse e tomamos tantas decisões ruins sem percebermos. Uma das formas mais eficazes de evitar isso é reduzir a quantidade de "coisas" que chegam até você. Quanto menos decisões você tiver que tomar no dia-a-dia, melhores serão as que sobram. Pense: a cada manhã, antes de sair de casa, você toma uma série de decisões que gastam a sua "memória RAM" para o resto do dia. Que roupa vestir, que notícias ler, que bagunça arrumar, que facebook, whatsapp, twitter atualizar... O minimalismo como estilo de vida busca evitar justamente isso. A proposta é ajudar a focar no que é realmente relevante para você, sem distrações. Para uma iniciação ao tema, recomendo a leitura deste site e deste outro.

Concentração Como último ponto e, de certo modo, resumo dos demais, acho fundamental falar sobre a "arte de se concentrar", o que não é fácil. Mais uma vez, nosso cérebro não está preparado para essa tarefa. Nossa capacidade de concentração é muito reduzida. Quando juntamos isso às infinitas distrações do dia-a-dia, nos tornamos pouco criativos e muito improdutivos. Aqui o truque é novamente aceitar o momento presente. Sugiro o seguinte exercício: busque conversar com três pessoas que você considera altamente produtivas e, de certo modo, felizes. Entenda suas rotinas diárias, a forma como tomam decisões. Certamente você verá nelas uma alta capacidade de concentração nas ações que estão executando. Nessa época pós-Olimpíada, pense nos esportistas de elite. O nadador e a corredora, quando estão competindo, estão concentrados. O foco é chegar à meta. Em primeiro lugar. Eles sequer estão pensando nos seus competidores. Eles se concentram no melhor que podem fazer naquele momento com seus próprios corpos. Se isso for suficiente para chegar na frente, ótimo! Se não for, sem dúvida eles sabem que chegaram no seu limite e vão aprender com aquela competição para melhorar no futuro. Como exercício adicional, veja muitas competições de esportes individuais (atletismo, natação etc.) para entender o que estou falando aqui. A lição sobre concentração é garantida.

Em meus anos como empreendedor e estudioso do assunto, percebi que a capacidade de focar e ter atenção plena é fundamental para a sobrevivência dos negócios e para a evolução profissional. Qualquer esforço para melhorar nesse sentido vale a pena. Eu garanto.

As informações deste artigo refletem apenas as opiniões do autor, e não da Pequenas Empresas & Grandes Negócios.


Fonte: www.revistapegn.globo.com