5 DICAS PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE NO TRABALHO

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As notificações na tela e a falta de planejamento podem ser grandes vilões da produtividade

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Redes sociais, notícias, reuniões, relatórios. Você já deve ter sentido isso: tantas informações ao redor que falta tempo para olhar tudo e fica difícil se concentrar em apenas uma coisa por vez. Ser multitarefa pode prejudicar sua produtividade. Em geral, o profissional deixa de fazer o que precisa com a qualidade que deseja.

Se você sofre com isso, é hora de pensar em planejamento e força de vontade. "O profissional deve aceitar que quer melhorar. Não adianta nada ele falar que vai mudar, mas não se abrir para essa mudança que deve ser feita", afirma Christian Barbosa, CEO da Triad PS e especialista em administração de tempo e produtividade.

Além disso, engana-se quem pensa que produtividade significa fazer mais coisas em menos tempo. De acordo com Geronimo Thelm, idealizador da Academia da Produtividade e do Programa Profissão Coach, "ser produtivo é fazer a mesma quantidade de tarefas, mas de uma forma melhor e mais equilibrada." Pensando nisso, os especialistas deram dicas para aumentar a produtividade no trabalho:

1. Mensagens

Uma das maiores distrações que o profissional enfrenta durante o seu trabalho são as notificações de mensagens e e-mails. "Desligue todos os avisos de mensagens que você pode receber durante uma tarefa. O bom é que você só veja esses recados depois que terminou o que precisava fazer", afirma Barbosa.

Faça uma coisa de cada vez para ser mais produtivo. "O nosso cérebro só consegue fazer uma coisa de casa vez. Mesmo se você só der uma olhadinha nos e-mails, já se destraiu. Para voltar a se concentrar na tarefa anterior, vai gastar mais tempo. Uma pessoa que se planeja para ser monotarefa consegue ser de 20% a 30% mais produtiva", diz Thelm.

2. Momento

Preocupar-se demais com tarefas que não podem ser resolvidas naquele exato momento só causa desgaste. "Esse tipo de hábito é um ladrão de energia. Por isso, também não recomendo que as pessoas olhem o celular logo que acordam", diz Thelm. De acordo com o especialista, esse tipo de costume aumenta os níveis de cortisol - hormônio do estresse - e o dia já começa ruim para a produtividade.

3. Planejamento

Colocar no papel as tarefas que devem ser realizadas durante a semana facilita o planejamento do profissional. É a partir dessa lista que ele consegue determinar quais são suas prioridades. "Com essas informações no papel, é possível determinar o padrão de ações que mais funciona para você. Isso faz com que seja cada vez mais fácil se organizar para aproveitar ao máximo a produtividade", afirma Barbosa. De acordo com Thelm, "a sua lista de amanhã deve ser sua última tarefa de hoje. Se não houver um planejamento, as tarefas podem tomar conta de você e as prioridades acabam ficando de lado."

4. Saúde

Uma boa noite de sono é essencial para que o profissional acorde com disposição para dar conta de suas tarefas. Barbosa recomenda trocar os travesseiros a cada seis meses para garantir conforto durante esse momento de descanso. "A pessoa que deseja aumentar sua produtividade deve consultar um nutrólogo ou endocrinologista para saber como estão suas vitaminas. Se necessário, o profissional deve fazer uma reposição para se manter saudável", afirma.

Thelm também reforça que beber água é importante para se manter alerta para cumprir as tarefas. "A produtividade está calcada em energia. A água ajuda com isso. Sem ela, o corpo entra em um tipo de 'modo de segurança'", diz. No entanto, é necessário reforçar que nada em excesso faz bem, mesmo água.

5. Rotina

O começo do dia é determinante para a produtividade no trabalho. "O bom é separar a primeira hora do dia para si mesmo. Eu, por exemplo, costumo fazer alguma meditação ou atividade física. Às vezes, também leio um livro ou assisto algum TED", afirma Thelm. Os momentos em família ou com amigos também deve ser respeitados - mantendo o estresse longe.

Fonte: www.revistapegn.globo.com  

Está com o "nome sujo na praça"? Saiba como regularizar sua situação

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O Procon-SP dá todo o passo a passo sobre como limpar seu nome dos serviços de proteção ao crédito; confira as dicas.

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Após pagamento, para assegurar que o nome já está limpo, deve-se tirar extrato no cartório e SPC

Em tempos de crise, muitas pessoas tornam-se inadimplentes. Só na cidade de São Paulo, dados da FecomercioSP mostram que, em abril, mais da metade das famílias estão endividadas. No País, são mais de 60 milhões de pessoas nesta situação, segundo a Serasa Experian. Se você teve seu "nome sujo" e deseja limpá-lo, o Brasil Econômico traz um passo a passo das ações necessárias para fazê-lo, baseado em dicas da Fundação Procon-SP.

As dicas traçam cenários diversos, possíveis para a inadimplência, e podem te ajudar a regularizar sua situação junto aos bancos, cartórios e serviços de proteção ao crédito. Veja.

Cheques

Todos os cheques sem fundo são registrados no CCF (Centro de Emitentes de Cheques sem Fundo do Banco Central). Se o seu problema de endividamento for este, você deverá reaver o cheque em questão no local indicado pelo fornecedor – ou mesmo com o próprio fornecedor. Para tanto, deverá pagar o débito (valor grafado no cheque, correção monetária e juros de mora), gerando uma carta de anuência com firma reconhecida (que é a declaração de pagamento).

Depois disso, você deve entregar na agência bancária (de origem da conta): o documento de quitação de débito, a cópia do cheque que deu origem à ocorrência e a certidão negativa de protesto emitida pelo Cartório de Protesto da cidade onde possui a conta corrente. Você também precisará pagar uma taxa, já pré-estabelecida pelo Banco Central, para a respectiva baixa no CCF.

Cartório

Se o débito (desde que checado previamente) vier de nota promissória, duplicata, letra de câmbio ou cheque sem fundo estiver em cartório, você só precisará pagar o valor impresso na intimação, sem extras. Porém, caso o prazo estipulado na intimação esteja vencido, a dívida só poderá ser quitada junto ao credor. Se você não sabe qual o local de origem do protesto, basta procurar o distribuidor de protestos (cartório centralizador da capital) e solicitar uma busca.

Depois da quitação do pagamento, você deverá entregar os comprovantes com firma reconhecida (carta de anuência e/ou recibo de pagamento) no cartório onde o título foi protestado para que seja efetuada a baixa. O Procon-SP recomenda que você pergunte quanto tempo irá levar para o cancelamento do registro.

SPC ou Serasa

Após a quitação da dívida com o credor, este deverá contatar os cadastros de proteção ao crédito – como o SPC ou Serasa Experian - a fim de solicitar a exclusão do nome do consumidor.

O Procon-SP destaca que o nome do inadimplente não poderá ser enviado aos cadastros de proteção ao crédito se a dívida estiver sendo discutida judicialmente. Além disso, a pessoa deve ser sempre avisada previamente.

Uma vez quitada a dívida, o nome do inadimplente deve ser retirado do banco de dados imediatamente. Em caso de acordo, isto deverá acontecer a partir do pagamento da primeira parcela. Depois disso, para assegurar que o nome já está limpo, o consumidor deve tirar um extrato no cartório e no SPC – Serviço de Proteção ao Crédito, além de uma certidão negativa.

Se o consumidor constatar que seu nome está na lista do Serasa ou do SPC por erro, deve procurar a instituição que consta como informante e solicitar o cancelamento. Se a inclusão for, comprovadamente, indevida e este fato resultar em algum prejuízo, o consumidor poderá pleitear judicialmente indenização por perdas e danos.

Além disso, as instituições de proteção ao crédito não podem fornecer ou manter em seus registros informações negativas referentes a período superior a cinco anos. Isso, porém, não significa que a dívida deixou de existir.

Fonte: portaldoconsumidor.gov.br

6 TENDÊNCIAS DE NEGÓCIOS EM ALTA NA CRISE

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A mudança no comportamento do consumidor impulsiona empresas de reforma, por exemplo.

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Segundo dados do IBGE, mais de 10 milhões de brasileiros estão desempregados. Para muitas pessoas, o empreendedorismo vira uma opção de geração de renda. "O momento de crise não é um momento de chorar. É de olhar para as oportunidades", diz Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP.

Nem toda oportunidade, no entanto, rende bons resultados em tempos de economia em baixa. "Em tempos de crise, o mundo segue em frente. O que muda é a velocidade e a direção do consumo", afirma Alessandro Saade, docente do MBA in Innovation Management da BSP – Business School São Paulo.

Por isso, é importante pesquisar e planejar antes de investir em um novo negócio. "No momento de turbulência, o empreendedor que consegue planejar e inovar corre menos risco", diz Nagamatsu. Confira a seguir seis tendências de negócios para a crise.

1. Brechós
Um dos efeitos mais graves da crise é a diminuição do consumo. Quase todo mundo diminuiu os gastos e está cortando compras desnecessárias. "Um mercado que tem crescido, principalmente para o público da classe C, é o comércio de brechó. O consumidor não compra mais as mesmas marcas que usava antes e já começa a aceitar itens seminovos ou reformados", diz Nagamatsu.

2. Consertos e reformas
Assim como os produtos de segunda mão, o brasileiro mudou na hora de optar por uma reforma. Se antes a troca de um móvel, por exemplo, valia a pena. Hoje, a opção é reformar. "O mercado de consertos e reparos também cresce em várias áreas, como a de vestuário. Não só o público das classes C e D, mas a classe B tem buscado essa alternativa", diz Nagamatsu.

3. Oficinas mecânicas
No mesmo raciocínio, o mercado de oficinas mecânicas se mantém aquecido. Com o corte no orçamento, fica mais vantajoso fazer a manutenção ou o reparo do veículo do que comprar um zero quilômetro. "As oficinas cresceram 26% no estado de São Paulo neste primeiro bimestre, comparado com o mesmo período de 2015. E a tendência é manter o volume em alta, afinal, a decisão é postergar a troca do carro e dar uma caprichada no atual", diz Saade.

4. Atacado
Lojas que atuam no "atacarejo", ou seja, misto de atacado e varejo também têm apresentado bom desempenho na crise. "As famílias começaram a consumir nestes estabelecimentos buscando preços mais atrativos, migrando o consumo dos supermercados de bairro para o atacarejo", afirma Saade.

5. Alimentação
A perda da empregada doméstica, fato crescente nos últimos três anos, fez crescer outro segmento: o de alimento para consumo domiciliar. "Comida congelada em porções ou entregues diariamente é um mercado que cresce bastante", diz Saade.

Outro segmento dentro do mercado de alimentação é de comida saudável. "A busca por uma vida mais saudável muitas vezes não exige gastar muito. Estamos vendo o crescimento de negócios que simplificam a vida e sejam naturais", diz Nagamatsu.

6. Tecnologia
O avanço da tecnologia também mostra uma oportunidade. "As pessoas se tornaram mais hightech, não só os jovens, mas também os idosos. Usamos os smartphones para tudo, porque gera comodidade e praticidade", diz Nagamatsu. Aplicativos e serviços digitais que possam facilitar a vida das pessoas sem custar muito têm mercado.

Fonte: revistapegn.globo.com

AS REGRAS PARA QUEM QUER SER MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

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Confira as regras básicas para abrir uma empresa como MEI

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Desde 2009, os brasileiros passaram a ter uma opção fácil e rápida para deixar de ser um empreendedor informal e regularizar sua situação através do Microempreendedor Individual (MEI). O MEI é destinado para as pessoas que trabalham por conta própria e se legalizam como pequenos empresários, com carga tributária mais baixa e acesso a benefícios como a Previdência Social.

A lei do MEI foi aprovada em 2008 e passou a valer no ano seguinte. Desde então, quase seis milhões de empreendedores deixaram a informalidade e conseguiram operar suas pequenas empresas dentro da lei. Para virar MEI, basta fazer um cadastro bem fácil no site portaldoempreendedor.com.br.

Em poucos minutos, você consegue o seu Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e fica mais simples abrir uma conta no banco para sua empresa, emitir notas fiscais e buscar empréstimos. Muitos tipos de negócios podem optar por este modelo. Hoje, mais de 500 atividades são permitidas, como artesão, advogado, cuidador de animais, diarista e quitandeiro.

Mas, nem todo mundo pode virar MEI e é preciso seguir algumas regras. Esta categoria não pode ter faturamento acima de R$ 60 mil por ano. Além disso, a lei não permite que você tenha várias empresas ao mesmo tempo. Em geral, o MEI trabalha sozinho, mas ele pode ter um emprega- do que recebe um salário mínimo ou o piso da categoria.

O MEI automaticamente é enquadrado no Simples Nacional, um regime tributário simplificado que reúne oito impostos em uma mesma alíquota, e não precisa pagar os tributos federais, como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL. O empreendedor paga apenas um valor fixo mensal que varia para cada setor: R$ 45 no comércio ou na indústria; R$ 49 para prestação de serviços; e R$ 50 para empresas de comércio e serviços. Este valor será usado na Previdência Social e no pagamento de ICMS ou ISS.

Com essas contribuições, o novo empresário terá acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-doença e aposentado- ria, por exemplo. Todo ano os valores mudam e os boletos mensais devem ser emitidos no Portal do Empreendedor. Quase metade dos microempreendedores tem um estabelecimento fixo para trabalhar, mas muitos ainda usam a própria casa e mesmo a rua. Antes de começar seu negócio em casa, verifique na prefeitura se a atividade é permitida no seu endereço e conseguir um alvará de funcionamento.

Fonte: revistapegn.globo.com